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	<title>Otorrinos 24 Horas</title>
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		<title>Novo aparelho auditivo fica &#8216;escondido&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 14:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fybc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Médicos em São Paulo realizaram a primeira cirurgia no Brasil de implante de um novo tipo de aparelho auditivo, que fica totalmente dentro do ouvido do paciente, sem nenhuma parte externa. A técnica ajuda pessoas como a administradora Maria T. Medeiros, que precisa de ajuda de um aparelho para escutar, mas não conseguia se adaptar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Médicos em São Paulo realizaram a primeira cirurgia no Brasil de implante de um novo tipo de aparelho auditivo, que fica totalmente dentro do ouvido do paciente, sem nenhuma parte externa. A técnica ajuda pessoas como a administradora Maria T. Medeiros, que precisa de ajuda de um aparelho para escutar, mas não conseguia se adaptar ao tradicional. “O aparelho externo machuca o ouvido”, disse a primeira paciente a receber o implante no Brasil.</p>
<p>Os dois aparelhos funcionam da mesma forma, amplificando o som que chega ao ouvido. Por isso, não serve para pessoas que têm surdez total – nesses casos, é indicada outra técnica: o implante coclear.</p>
<p>“A condição básica para o paciente fazer a cirurgia é se a pessoa já usou o aparelho externo e gostou do resultado”, explicou Iulo Baraúna, otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Ele foi o cirurgião responsável pelo procedimento.</p>
<p><strong>Audição residual</strong><br />
A capacidade de audição de uma pessoa é medida pela intensidade mínima de som que ela consegue ouvir. O normal é começar a perceber o som a partir de 25 decibels.</p>
<p>Pessoas que ouvem apenas sons mais intensos que 25 decibels, mas menos que 40, têm &#8220;perda auditiva leve&#8221;, segundo os médicos. Se escutam apenas a partir de 60 decibels, têm &#8220;perda moderada&#8221;. A partir de 61 decibels, ela é considerada severa. Quem só ouve sons a partir de 80 decibels, não pode fazer a cirurgia &#8212; a perda de audição já é considerada grave demais.</p>
<p>“O paciente tem que ter, pelo menos, uma audição residual”, resumiu Baraúna. São pessoas com lesões nas células ciliadas internas, responsáveis por captar o som. Se as funções neurais do ouvido tiverem sido afetadas, o aparelho não é indicado.</p>
<p>Maria se encaixava no perfil necessário, com perda auditiva severa. A operação, feita em 9 de fevereiro, foi paga por seu plano de saúde. Se tivesse bancado do próprio bolso, ela teria gastado cerca de R$ 50 mil apenas com o aparelho, sem contar os gastos médicos.</p>
<p>A potiguar, que mora em São Paulo, trabalha com música, vendendo CD’s para o varejo. Além de ter que ouvir as músicas que vende, precisa se comunicar bem para fazer seus negócios, e estava com dificuldades.</p>
<p>Maria contou que o problema de audição piorou gradativamente ao longo dos últimos 12 anos. Além de ouvir muito baixo – colocava o volume da televisão em 80, em uma escala de 0 a 100 – sentia tonturas e dores de cabeça.</p>
<p>“Eu sofri muito, me sentia muito mal”, lembrou. “Muitas vezes, deixei de sair porque não entendia o que as pessoas diziam”. Além disso, ela disse que as brincadeiras, mesmo as de pessoas queridas, se tornaram um incômodo.</p>
<p>Raquel Stuchi, fonoaudióloga da equipe de Baraúna que atendeu Maria, afirmou que a paciente só ouvia a partir de 65 decibels. Essa é a intensidade geralmente usada nos diálogos entre pessoas que têm a audição normal – o que explica a dificuldade que a administradora tinha para conversar no dia-a-dia.</p>
<p><strong>Conforto</strong><br />
Maria usava o aparelho externo, mas optou pela cirurgia porque o considerava desconfortável. “Tem que tirar para dormir e para tomar banho de mar ou piscina”, apontou, entre outros problemas.</p>
<p>Além disso, os especialistas destacam a questão estética, pois o aparelho externo destaca o problema auditivo da pessoa. “O nosso objetivo é que o aparelho seja aceito como os óculos, mas não é”, comparou Stochi.</p>
<p>O implante interno tem apenas 3,5 mm de espessura e até pode ser sentido com a mão, mas não é visível, porque fica debaixo da pele.</p>
<p>A administradora diz que já percebeu melhoras após a instalação do aparelho em seu ouvido esquerdo, mas o equipamento ainda nem está funcionando. Os médicos esperam cerca de 40 dias antes ligá-lo.</p>
<p>“A região fica muito sensível após a operação. O paciente sente dor, então é melhor esperar cicatrizar antes de pôr para funcionar”, explicou Baraúna.</p>
<p><strong>Bateria</strong><br />
Além disso, o aparelho precisa de energia, e a recarga também afetaria a região delicada. A bateria é carregada por indução magnética. Um pequeno objeto, como um ímã, é carregado por uma tomada comum e depois, em contato com o ouvido, carrega o aparelho. Com cerca de meia hora, é feita a carga para todo um dia.</p>
<p>Também existe um controle remoto, no qual a pessoa pode desligar o aparelho por um tempo – na hora de dormir, por exemplo. “A Raquel [Stochi, fonoaudióloga] ainda brincou comigo: ‘você é privilegiada, pode escolher se quer ouvir ou não’”, contou Maria.</p>
<p>Após entre 15 e 20 anos, pelo desgaste natural, a bateria precisa ser trocada, o que exige uma nova cirurgia – bem mais simples que a de implantação do aparelho.</p>
<p>Quando o equipamento é colocado, é preciso posicionar os microfones e amplificadores nos lugares certos em relação aos ossos do ouvido. É um procedimento delicado, que, no caso de Maria, levou cinco horas e meia.</p>
<p>Na troca de bateria, Baraúna estima que a operação leve menos de uma hora. No entanto, essa cirurgia ainda não foi feita, já que a técnica é recente e os aparelhos implantados ainda funcionam bem.</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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		<title>Pesquisa revela como o cérebro processa o que escutamos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fybc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Neurocientistas americanos identificaram o mecanismo de processamento e interpretação dos sons da fala dentro do cérebro. A frequência sonora das palavras determina em que parte do sistema auditivo elas serão decodificadas. Mapeando a região onde as palavras, sílabas ou fonemas são &#8216;escutados&#8217;, os pesquisadores foram capazes de fazer uma espécie de manual da audição. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neurocientistas americanos identificaram o mecanismo de processamento e interpretação dos sons da fala dentro do cérebro. A frequência sonora das palavras determina em que parte do sistema auditivo elas serão decodificadas. Mapeando a região onde as palavras, sílabas ou fonemas são &#8216;escutados&#8217;, os pesquisadores foram capazes de fazer uma espécie de manual da audição. O estudo é o ponto de partida para o desenvolvimento de um aparelho que entenda os sinais cerebrais de pessoas que não podem falar e os transformem em sons ou palavras escritas.</p>
<p>Um aparelho desse tipo poderia beneficiar pessoas com doenças incapacitantes, como a distrofia neuromuscular chamada Esclerose Lateral Amiotrófica, que impede o físico teórico inglês Stephen Hawking, de 70 anos, de falar e se movimentar.</p>
<p>Os cientistas chegaram às conclusões por meio de testes com eletrodos fixados dentro do cérebro de voluntários atentos a uma conversa. Pela reação do cérebro aos sinais captados, a equipe pôde adivinhar quais palavras estavam sendo escutadas com precisão.</p>
<p>&#8220;A maior parte da informação em um discurso se situa entre um e 8.000 hertz (o ouvido de um adulto capta sons entre 20 e 16.000 hertz). Essencialmente, o cérebro analisa as diferentes frequências de som em diferentes lugares&#8221;, explica Brian Pasley, do Instituto de Neurociência da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos. &#8220;Quando uma zona particular do cérebro está sendo ativada, sabemos que ela corresponde aproximadamente a alguma frequência de som que a pessoa está escutando naquele momento&#8221;.</p>
<p>O próximo passo da pesquisa será traduzir esses impulsos em palavras &#8211; uma experiência no sentido contrário ao que foi feito até agora. &#8220;Nossa pesquisa foi baseada no que uma pessoa ouve. Para criar um aparelho que ajude uma pessoa a se comunicar, teremos que aplicar os mesmos princípios para entender o que acontece no cérebro quando uma pessoa imagina falar uma palavra&#8221;, disse Pasley. &#8220;Há evidências de que a percepção e a imaginação são processos muito similares no cérebro. Por isso, acredito que devemos ter esperanças.&#8221;</p>
<p><strong>CONHEÇA A PESQUISA</strong><br />
<strong><br />
Título original: </strong>Reconstructing Speech from Human Auditory Cortex</p>
<p><strong>Onde foi divulgada:</strong> revista PLoS Biology</p>
<p><strong>Quem fez: </strong>Brian Pasley, Stephen David, Nima Mesgarani, Adeen Flinker, Shihab Shamma, Nathan Crone, Robert Knight e Edward Chang</p>
<p><strong>Instituição:</strong> Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA</p>
<p><strong>Dados de amostragem: </strong>15 pacientes que iriam passar por procedimentos cirúrgicos no cérebro por causa de epilepsia ou tumores.</p>
<p><strong>Resultado: </strong>A frequência sonora dos sons determina em que parte do sistema auditivo, no cérebro, o som será decodificado. Estudo traçou um mapa do processo.</p>
<p><em>Fonte: Veja</em></p>
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		<title>Asma mal controlada aumenta o custo do tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fybc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo estudo norte-americano, a asma em criança, quando mal controlada, mais do que duplica o custo do tratamento, além de prejudicar a vida e o rendimento escolar do pequeno.
Pesquisadores do National Jewish Health, nos Estados Unidos, analisaram 628 crianças, com idades entre 6 e 12 anos, e que apresentavam dificuldades no tratamento da doença. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo estudo norte-americano, a asma em criança, quando mal controlada, mais do que duplica o custo do tratamento, além de prejudicar a vida e o rendimento escolar do pequeno.</p>
<p>Pesquisadores do<em> National Jewish Health</em>, nos Estados Unidos, analisaram 628 crianças, com idades entre 6 e 12 anos, e que apresentavam dificuldades no tratamento da doença. Os cientistas avaliaram os custos com consultas médicas, medicamentos e internações hospitalares, além de custos indiretos, como os dias letivos perdidos.</p>
<p>Os custos foram avaliados no início do estudo, aos 12 e 24 meses.  Os pacientes foram divididos em três grupos de acordo com o estado de controle da doença: muito mal controlada, não bem controlada e asma bem controlada. Os resultados mostraram que pacientes com asma muito mal controlada gastaram, ao final dos dois anos da pesquisa, 8.880 dólares no tratamento da doença, contra 1.861 dólares daqueles com asma bem controlada.</p>
<p><em>Fonte: Boa Saúde</em></p>
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		<title>Procedimentos e novidades para resguardar a audição</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 19:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fybc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto você lê este texto, não deixa de estar atento aos sons ao seu redor. O telefone pode tocar, alguém chamar seu nome&#8230; No entanto, para 5 milhões de brasileiros, ouvir não é uma tarefa tão simples assim. Esse é o número de indivíduos que sofrem de algum grau de surdez no país. As causas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto você lê este texto, não deixa de estar atento aos sons ao seu redor. O telefone pode tocar, alguém chamar seu nome&#8230; No entanto, para 5 milhões de brasileiros, ouvir não é uma tarefa tão simples assim. Esse é o número de indivíduos que sofrem de algum grau de surdez no país. As causas mais comuns do distúrbio são a exposição ao excesso de barulho e a perda auditiva relacionada ao avançar da idade, mais conhecida entre os médicos como presbiacusia. &#8220;A partir dos 50 anos, já começamos a perder a audição. E viver em grandes cidades pode até antecipar esse processo&#8221;, afirma o otorrinolaringologista Ricardo Ferreira Bento, do Departamento de Otorrinolaringologia da Universidade de São Paulo.</p>
<p>&#8220;Quando outras pessoas comentam que você anda desatento ou aumentando demais o volume da TV, está na hora de procurar um médico&#8221;, alerta Bento. É possível que ele recomende o uso do famoso aparelho auditivo, mas não é só isso. Com boas-novas vindas de centros de pesquisa e tecnologia, quem sofre com o problema está perto de escutar cada vez mais. E melhor. Veja nas páginas a seguir.</p>
<p><strong>Músicos escutam melhor</strong></p>
<p>Os adolescentes levam bronca por ouvir suas bandas favoritas em volume alto demais. Com razão, já que os decibéis dos fones de ouvido quase sempre estão muito acima do recomendado. Por outro lado, tocar instrumentos pode ajudar quando a maturidade chega. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo instituto baycrest’s rotman, no Canadá. ao comparar músicos com pessoas que não tocavam nada, todos na extensa faixa etária de 18 a 91 anos, os cientistas viram que os instrumentistas tinham uma capacidade especial de compensar a perda auditiva relacionada à idade. &#8220;Um músico de 70 anos consegue ouvir uma conversa em uma sala barulhenta melhor do que um homem de 50. essa diferença acontece no cérebro, já que o ouvido envelhece do mesmo modo nos dois grupos&#8221;, explica o pesquisador benjamin zendel, líder do trabalho. É importante ressaltar que não basta entender de música e ouvi-la. &#8220;é preciso aprender um instrumento. daí a audição interage com as funções cognitivas cerebrais&#8221;, esclarece. esse estímulo constante deixaria a massa cinzenta treinada para quando o ouvido não der mais conta do recado. &#8220;mas, se o volume estiver muito alto, os danos então serão maiores do que os efeitos positivos das melodias&#8221;, completa zendel.</p>
<p><strong>Até debaixo d&#8217;água</strong></p>
<p>Na hora de praticar esportes aquáticos ou que provocam muito suor, quem tem deficiência auditiva quase sempre precisa tirar o aparelho para garantir que nenhum líquido danifique seu funcionamento. Um novo dispositivo, recém-lançado pela Siemens, promete mudar a situação. Revestido de uma película siliconada, ele age como o tímpano, membrana que protege o ouvido: deixa as vibrações sonoras passarem, mas barra a entrada de água. Para que o equipamento cumpra sua tarefa a contento enquanto o usuário nada ou mergulha, é necessário subir à superfície a cada 15 minutos, já que a bateria precisa de ar para ser recarregada. O fabricante também comercializa uma espécie de clipe que garante que o aparelho se fixe na orelha durante a prática de atividades mais intensas.</p>
<p><strong>Controle remoto individual</strong></p>
<p>A tecnologia bluetooth é conhecida por facilitar a transferência de arquivos de um celular para outro, mas não é só isso. Agora, ela também evita situações comuns na vida de quem não escuta muito bem. Por exemplo, obrigar a família inteira a ouvir a TV no volume máximo. A empresa Telex Soluções Auditivas acaba de inserir no mercado brasileiro um dispositivo importado chamado Connectline. É uma espécie de controle remoto sincronizado ao aparelho auditivo e pode ser conectado com até cinco equipamentos diferentes ao mesmo tempo. A engenhoca permite aumentar o volume do televisor só para quem a estiver utilizando e atender o telefone fixo sem sair da poltrona. &#8220;Ela pode ser usada por pessoas que têm perda auditiva de leve a profunda&#8221;, garante a fonoaudióloga Patrícia Leiva, consultora da empresa. Outro acessório do Connectline é um microfone, do qual o usuário pode se valer caso esteja assistindo a uma palestra.</p>
<p><strong>Turbine a audição em casa</strong></p>
<p>A cóclea, uma estrutura em formato de caracol que fica localizada no ouvido, é a responsável por transformar as vibrações sonoras em sinais elétricos que são transmitidos para os neurônios. Quem faz esse trabalho são as células ciliadas, que ficam lá dentro. Elas têm fios que lembram os nossos cílios, daí o nome. E, quando são danificadas, causam a perda auditiva na maioria dos casos. Para barrar essa degeneração, a empresa Earlogic lançou um software chamado Hearing Guardian. Desenvolvido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o programa pode ser baixado em praticamente qualquer computador. &#8220;Por meio de um teste feito com fones de ouvido, ele detecta as frequências que a pessoa não escuta mais e libera estímulos sonoros que auxiliam na recuperação dessa parte da audição. Se as células ciliadas não estiverem mortas, é possível recuperá-las&#8221;, afirma o pesquisador Sang Yeop Kwak, especialista em fisiologia auditiva e Ceo da earlogic. Segundo ele, o uso do Hearing Guardian pode devolver em até 10 decibéis a audição, o que melhora a capacidade de ouvir sons mais agudos. No entanto, o software não substitui o médico. &#8220;É como tomar vitaminas diárias, um complemento ao tratamento convencional&#8221;, finaliza Kwak.</p>
<p><strong>Na sala de aula</strong></p>
<p>Na escola, as crianças deficientes auditivas enfrentam problemas para acompanhar o ritmo da turma. &#8220;o educador precisa falar devagar para que a leitura dos lábios funcione como um apoio ao aparelho auditivo&#8221;, explica a fonoaudióloga Patrícia leiva. o Fm amigo, apetrecho importado pela Telex Soluções Auditivas, facilita a vida escolar dos pequenos. Por meio de ondas de rádio, o aluno recebe diretamente em seu aparelho o que é dito durante a aula. Para isso, o professor precisa usar um microfone que fica acoplado à sua roupa. Assim, o menino ou a menina não perdem nada do que é falado, mesmo se o docente estiver virado para a lousa. mas claro: quando a surdez é na infância, é fundamental que um fonoaudiólogo fique envolvido no tratamento. &#8220;Ele garante que a fala não seja prejudicada&#8221;, finaliza Patrícia.</p>
<p><em>Fonte: Revista Saúde</em></p>
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		<title>Estudo relaciona apneia do sono à perda de audição</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fybc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo publicado no Archives of Otolaryngology &#8211; Head &#38; Neck Surgery estabeleceu uma relação entre a apneia do sono e a perda repentina da audição, mal que atinge quatro mil pessoas anualmente nos Estados Unidos, segundo o National Institutes of Health. A análise foi liderada por pesquisadores da Taipei Medical University Hospital, em Taiwan.
Foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado no <em>Archives of Otolaryngology &#8211; Head &amp; Neck Surgery</em> estabeleceu uma relação entre a apneia do sono e a perda repentina da audição, mal que atinge quatro mil pessoas anualmente nos Estados Unidos, segundo o <em>National Institutes of Health</em>. A análise foi liderada por pesquisadores da <em>Taipei Medical University Hospital</em>, em Taiwan.</p>
<p>Foram analisados dados médicos de 3.200 taiwaneses com perda repentina de audição entre 2000 e 2008. Cada paciente foi comparado a outros cinco da mesma idade e sexo, mas sem problemas de surdez. No total, foram examinadas 19 mil pessoas. Dessas, 240 foram diagnosticadas com apneia do sono e, posteriormente, um episódio de perda de audição repentina.</p>
<p>Em seguida, os especialistas analisaram os hábitos de vida desses indivíduos que poderiam ter ligação com problemas para dormir e de audição, como obesidade e problemas cardíacos. A diferença absoluta entre os dois grupos não foi tão divergente.</p>
<p>Apenas 1,7% das pessoas com perda de audição tinham apneia do sono, enquanto que 1,2% com problemas para dormir não tinham problemas de surdez. Entretanto, eles descobriram que homens com perda repentina de audição tinham uma probabilidade 48% maior de ter apneia do sono em comparação aos demais pacientes.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que a apneia do sono, conhecida por aumentar o acúmulo de placas nos vasos sanguíneos, pode afetar vasos em regiões do cérebro que controlam a audição ou ainda vasos que nutrem os nervos responsáveis pela audição.</p>
<p><strong>Apneia do sono triplica risco de derrame em homens</strong></p>
<p>A apneia do sono também pode triplicar os riscos de derrame em homens, de acordo com estudo feito pela Universidade Western Reserve, nos Estados Unidos, que analisou mais de 5.400 pessoas com idade acima dos 40 anos que não tinham histórico de acidente vascular cerebral.</p>
<p>O estudo, publicado no <em>American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine</em>, também mostrou que o aumento do risco de AVC em mulheres com apneia do sono foi significativo apenas em casos de apneia grave.</p>
<p>Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores submeterem os participantes a um teste padrão de sono em casa, para determinar se eles tinham apneia do sono e determinar o grau de gravidade. Depois, os pacientes foram acompanhados por cerca de nove anos e, durante esse período, 193 tiveram derrames, 85 homens de 2.462 inscritos e 108 mulheres em 2960.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, apesar dos dados apontarem que mais mulheres tenham sofrido um AVC, em comparação com os homens que não sofrem com o problema da apneia, os números de derrame do público masculino foram relativamente maiores.</p>
<p>Os cientistas disseram que a causa mais provável desses resultados, está ligada a maior duração da apneia do sono em homens do que em mulheres. Além disso, os homens podem desenvolver a síndrome mais cedo e, por isso, ficam mais tempo sem tratamento, uma vez que as complicações só começam a aparecer em idade avançada.</p>
<p>Mais de 15 milhões de acidentes vasculares cerebrais ocorrem em todo mundo a cada ano e, cerca de um terço são fatais. O estudo mostrou que o aumento do risco de derrame em pessoas com apneia existe mesmo sem outros fatores de risco, como peso, pressão elevada, diabetes e tabagismo.</p>
<p>Pesquisas anteriores já mostraram que essa síndrome obstrutiva do sono está associada também ao aumento dos riscos de hipertensão, ataque cardíaco, irregularidade nos batimentos do coração, obesidade e diabetes.</p>
<p>Os médicos ressaltaram, em comunicado à imprensa, que a investigação sobre os efeitos da apneia é importante para obter uma maior compreensão de como o sono afeta a saúde, e assim, a ciência descobre possibilidades de tratamentos que prolonguem a vida das pessoas.</p>
<p><em><br />
Fonte: Minha Vida</em></p>
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		<title>Tocadores de mp3 aumentam problemas auditivos entre jovens</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fybc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os tocadores de mp3 e mp4 estão aumentando os problemas de auditivos entre os jovens de 10 a 35 anos. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) em Barcelona, o uso desses aparelhos com fones de ouvido em um volume superior aos 80 decibéis está provocando traumas nessa faixa etária.
O professor da Universidade de Barcelona Joan [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os tocadores de mp3 e mp4 estão aumentando os problemas de auditivos entre os jovens de 10 a 35 anos. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) em Barcelona, o uso desses aparelhos com fones de ouvido em um volume superior aos 80 decibéis está provocando traumas nessa faixa etária.</p>
<p>O professor da Universidade de Barcelona Joan Domènech Oliva afirma que os zumbidos, ruídos contínuos do ouvido que não têm cura, são a principal consequência do volume excessivo, um problema que já afeta 4% da população e, especialmente, pessoas entre 10 e 35 anos. Calcula-se que na Espanha um milhão e meio de pessoas sofram com os zumbidos e, delas, 80% são jovens. Nos países industrializados, estima-se que 1% da população tem uma situação de gravidade extrema, que influi em sua vida diária, afetando gravemente o estado emocional e psicológico.</p>
<p>Domènech diz que graças à legislação sobre prevenção de riscos trabalhistas e a existência de meios para prevenir o excesso de ruídos diminuiu o número de casos de zumbidos entre os trabalhadores nos últimos anos. Agora os especialistas fazem um apelo para que as fabricantes de eletrônicos coloquem limitadores de volume nos tocadores de música.</p>
<p>Os médicos recomendam aos jovens que procurem um médico caso ouçam &#8220;assobios&#8221; persistentes por longas horas depois de irem a discotecas ou shows. É necessário, nesses casos, iniciar um tratamento preventivo com o objetivo de evitar o surgimento de zumbidos, que podem chegar a ser crônicos.</p>
<p>Além do trauma sonoro, os zumbidos também podem surgir por infecções graves, otosclerose, ou como efeito secundário de alguns remédios.</p>
<p><em><br />
Fonte: Época</em></p>
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		<title>Uso excessivo de ar condicionado pode provocar infecções</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 21:05:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No verão, o ar condicionado acompanha os brasileiros em casa, no carro e no trabalho. Mas apesar de ser um alívio contra o calor, o eletrodoméstico é um meio de disseminação de doenças e pode prejudicar a saúde. Segundo a alergista Maria Jussara Fernandes Fontes, professora da faculdade de medicina da UFMG (Universidade Federal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No verão, o ar condicionado acompanha os brasileiros em casa, no carro e no trabalho. Mas apesar de ser um alívio contra o calor, o eletrodoméstico é um meio de disseminação de doenças e pode prejudicar a saúde. Segundo a alergista Maria Jussara Fernandes Fontes, professora da faculdade de medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), o ar condicionado é um dos maiores causadores de doenças respiratórias. O ar frio resseca a mucosa do nariz, responsável por defender o organismo da entrada de bactérias para o pulmão.</p>
<p>“A mucosa nasal é revestida por cílios que têm papel de varredura, levando as bactérias e os vírus para fora do organismo. Uma vez agredida pelo ar frio, ela resseca e perde essa defesa, diminuindo a resistência e aumentando as chances de infecção, expondo o organismo”, explica a alergista.</p>
<p>Já para o pneumologista Ricardo Millinavicius, diretor da SBPT (Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia), ficar mais de três ou quatro horas em um ambiente com ar condicionado aumenta as chances de contrair gripe, resfriado e infecções. &#8220;As pessoas que sofrem de asma, sinusite ou DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) são ainda mais sensíveis e têm mais chance de ter exacerbações.”</p>
<p>A pneumonia é o problema mais grave que pode ser provocado por uma infecção nos pulmões, de acordo com o especialista.<br />
<strong><br />
Troca do filtro e limpeza</strong></p>
<p>Para evitar a proliferação de vírus e bactérias, é fundamental fazer a manutenção do aparelho.</p>
<p>“O grande problema é que o filtro do ar não consegue reter todas as impurezas, e o que não é filtrado fica retido nos tubos. Para tentar prevenir infecções, deve ser feita uma limpeza adequada, não só trocar o filtro”, diz o pneumologista.</p>
<p>A troca do filtro deve ser feita pelo menos uma vez por ano e os tubos precisam ser limpos a cada seis meses.</p>
<p>No caso do carro, Millinavicius ainda informa que o filtro deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros.</p>
<p><strong>Mudanças bruscas de temperatura</strong></p>
<p>Outro problema causado pelo eletrodoméstico nesta época do ano é a mudança brusca de temperatura de um ambiente muito frio para outro muito quente, o que também resseca a mucosa.</p>
<p>Para evitar danos à saúde, o pneumologista da SBPT afirma que a temperatura do ar condicionado não pode ficar tão fria. “O ideal é que fique entre 20ºC e 22ºC”, indica.</p>
<p>Ele sugere que, antes de sair de um ambiente frio para outro quente, a pessoa coloque um agasalho para evitar a mudança brusca. Então, é preciso esperar até que a temperatura do corpo se equilibre.</p>
<p>Evitar lugares refrigerados com um grande número de pessoas também diminui as chances de ter uma infecção.</p>
<p>“O ar condicionado não é um vilão. Hospitais têm ar condicionado. É só uma questão de usar com bom senso”, afirma Fábio Muchão, pneumologista do AME (Ambulatório Médico de Especialidades). Ele diz que 23º C é uma temperatura agradável e não terá um contraste muito grande em relação ao ambiente externo.</p>
<p><strong>Hidratação</strong></p>
<p>Para combater a umidade baixa provocada pelo ar condicionado, os especialistas recomendam a ingestão de bastante água e o uso de soro fisiológico no nariz para umidificar a mucosa ressecada.</p>
<p>Outra sugestão para quem dorme com o aparelho ligado é usar umidificadores ou manter tigelas com água no ambiente.</p>
<p>Por fim, Millinavicius recomenda a imunização a idosos e alérgicos. A vacina da gripe aumenta a imunidade e evita infecções.</p>
<p><em>Fonte: UOL</em></p>
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		<title>O que é Câncer da Tireoide?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:33:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O câncer da tireoide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer da tireoide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados.</p>
<p><strong>Sintomas de Câncer da Tireoide</strong></p>
<p>A presença de um nódulo na tireoide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireoide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireoide.</p>
<p>Fatores de risco<br />
A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireoide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireoide.</p>
<p><strong>Tratamento de Câncer da Tireoide</strong></p>
<p>O tratamento do câncer da tireoide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha.<br />
O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total.<br />
Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total.</p>
<p><strong>A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, está com câncer na tireóide</strong></p>
<p>A cirurgia para a retirada do tumor está marcada pro dia 4 de janeiro, no Hospital Universitário Austral, em Buenos Aires. A presidente está com câncer no lóbo direito da glândula tireóide. O problema foi detectado três dias antes do Natal, durante exames de rotina. Nesta terça-feira (27), os exames pré-cirúrgicos indicaram que os gânglios linfáticos não estão comprometidos e que não há metástase. Segundo os médicos, isso quer dizer que a localização do câncer está restrita à glândula tireóide.</p>
<p>Aos 58 anos e recém empossada para um segundo mandato, Cristina Kirchner deverá se licenciar da Presidência pelo menos até o dia 24 de janeiro, tempo que se calcula suficiente para o tratamento.</p>
<p>A glândula tireóide tem como função produzir hormônios que são liberados na corrente sanguínea. Esses hormônios agem em quase todas as células do corpo e ajudam no metabolismo do organismo. Especialistas afirmam que este é um tipo de tumor mais comum em mulheres. Ainda segundo eles, a taxa de cura, quando detectado no inicio, é muito alta, ultrapassando 95%.</p>
<p>A argentina Cristina Kirchner é o quinto caso de câncer entre chefes e ex-chefes de Estado na América Latina. Fernando Lugo, do Paraguai, teve que enfrentar um câncer linfático e buscou tratamento no Brasil; o venezuelano Hugo Chavez ainda se recupera de um câncer de próstata; além da presidente Dilma Rousseff, que enfrentou um câncer linfático, quando era ministra da Casa Civil, em 2009, no governo de Lula, que está em pleno combate a um câncer de laringe.</p>
<p><em>Fontes e referências: Inca/ Bom Dia Brasil<br />
</em></p>
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		<title>Passageiros têm de ficar atentos às recomendações de vacinas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 21:05:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tem desculpa para não ficar em dia com o calendário. Para quem vai viajar para o exterior, o cuidado deve ser maior ainda. Neste fim de ano, muita gente vai viajar. E, cada vez mais, para o exterior. O que muita gente ainda não faz é se vacinar.
Quem é pai ou mãe não descuida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem desculpa para não ficar em dia com o calendário. Para quem vai viajar para o exterior, o cuidado deve ser maior ainda. Neste fim de ano, muita gente vai viajar. E, cada vez mais, para o exterior. O que muita gente ainda não faz é se vacinar.</p>
<p>Quem é pai ou mãe não descuida da carteira de vacinação do filho, mas muitos adultos se esquecem da prevenção. “Do filho a gente nunca esquece, mas da gente a gente sempre esquece. A gente sempre relaxa mesmo”, diz a professora Miralva de Carvalho.</p>
<p>“Não tenho a minha, mas a do meus filhos faço questão de estar em dia. A nossa só tem falha”, brinca Rosângela da Silva, empregada doméstica.</p>
<p>Quem tem entre 20 e 59 anos precisa tomar a vacina que protege contra a Difteria e o Tétano, com reforço a cada 10 anos. A dose contra a Febre Amarela também tem esta mesma validade.</p>
<p>Tem também uma dose da Tríplice Viral, para proteger da Caxumba, Sarampo e Rubéola. A vacina contra a Hepatite B deve ser tomada em três doses, mas apenas por quem está nos chamados grupos de risco para a doença, como profissionais da saúde, manicures e usuários de drogas injetáveis.</p>
<p>Os passageiros que vão para outros países têm de ficar atentos às recomendações feitas pelo local de destino e também pelo Ministério da Saúde. O Governo Brasileiro recomenda a vacina Tríplice Viral para quem for à Europa, onde há surtos de Sarampo. A imunização deve ser feita 15 dias antes da viagem. Já quem vai para a Índia deve tomar uma dose de vacina contra a Raiva e outra contra a Poliomielite. Alguns países da África e da Ásia exigem vacina contra a Febre Tifóide, uma doença grave que pode levar à morte.</p>
<p>O médico João Roberto Antônio, que sempre participa de congressos fora do país, mantém a carteira de vacinação atualizada. “A nossa saúde deve procurar, acima de tudo, a prevenção”, afirma.</p>
<p><em>Fonte: Bom Dia Brasil</em></p>
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		<title>Teste: você tem sono de boa qualidade?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 14:22:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A saúde do sono é fundamental para manter o organismo em ordem. O descanso diário tem importância crucial na regularização de várias funções do corpo humano e ajuda nas atividades cotidianas e no trabalho. Quem dorme pouco ou com má qualidade é mais propenso a apresentar graves problemas de saúde, como hipertensão e diabetes. Alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde do sono é fundamental para manter o organismo em ordem. O descanso diário tem importância crucial na regularização de várias funções do corpo humano e ajuda nas atividades cotidianas e no trabalho. Quem dorme pouco ou com má qualidade é mais propenso a apresentar graves problemas de saúde, como hipertensão e diabetes. Alguns quadros podem até levar à morte.</p>
<p>Por isso, faça o teste e saiba como vai o seu sono. As perguntas e respostas foram elaboradas com a ajuda da neuropediatra e coordenadora do setor de Pediatria do Instituto do Sono, Márcia Pradella, da neurologista e responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, Rosa Hasan, da chefe da disciplina de Medicina e Biologia do Sono da Unifesp, Lia Rita Azeredo Bittencourt, e do otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali.</p>
<p>Faça o Teste <a title="Teste Sono" href="http://www.minhavida.com.br/conteudo/12759-teste-voce-tem-sono-de-boa-qualidade.htm" target="_blank">AQUI</a>.<br />
<em>Fonte: Minha Vida</em></p>
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